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Boia 148

Surfer Magazine – DECEMBER 1982 VOL. 23 NO. 11

Opa!

Perdoem a nossa falha. Atrasados, mesmo quando pontuais, ou vice-versa.
Cada um num canto, Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler solicitam as suas 2 horinhas semanais de tempo ocioso.
Pode ser usado para discordar da opinião sobre a série da Apple TV, Make or Break, insultar silenciosamente um irmão pela escolha de ondas, exercer sua indignação com os desatinos da propaganda das roupas dos surfistas nos anos 80 no Almanaque, caretear imaginando o desenho descrito no Imagem Falada ou mesmo apenas uma singela zombaria com a escolha das músicas, Same Old Feeling dos Neozelandeses, The Quincy Conserve, no começo e a mais rock’n roll das bandas australianas, AC DC com Ain’t No Fun (Waiting Round To A Millionaire) para encerrar.

Boia 239 Boia

Ladeira abaixo ? Nem terminou ainda a etapa de Sunset e o Boia desce ziguezagueando com a gunzeira, desviando dos clichês e evitando os quebra-molas. Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler trazem nesse episodio, o Almanaque com a nova obra do inquieto e genial Loïc Wirth, Imagem falada com Gary do Kong e papo reto de Paumalu, JJF na quilha, Robbo na borda, KS no fundo e Italo na brutalidade. A sonzeira fica com Andy Bey e Celestial Blues, Comin' Thru e Chali 2na, terminando com Durand Jones & The Indications e Love Will Work It Out. Última paradinha, meu camarada, usa o código, boiapodcast30 e ganhe 30% de desconto na South To South no https://www.southtosouth.com.br/ — Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/boia/message
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Imagem Falada

Almanaque

Os Anúncios da Instinct nos anos 80

Ramzi!!!!

Jackson Baker

8 respostas em “Boia 148”

Não tem uma arte do Allan Sieber pra sair numa camiseta do bóia? Callum Robson ta numa fase boa…confesso que achei da hora ele ter passado pelo corte compentindo sem patrocinio. Abraço!

É sempre inspirador ver alguém sem patrocínio atropelando a turma do andar de cima. É como quando o Boia passa seus concorrentes super-badalados.

Não sou contemporâneo à ilustração e aos anúncios, mas eles confirmam muito do imaginário que construí desse período e que venho desmistificando, complementando e ou confirmando através do Bóia. Muito legal o estilo das roupas. Acho curioso também como o ambiente da época era ainda mais machista. Só três ou quatro mulheres, em sua maioria de fio dental, quase nunca como surfistas. Nos anúncios publicitários nenhuma garota. Ah, jamais soube da origem dessas frases apesar de ter cansado escreve-las nos cadernos da época de escola.

Uma pergunta para os especialistas. Vocês acham que iniciativas como Make or Break, ou The Ultimate Surfer foram feitos com a intenção de trazer audiência para o circuito, ou terão sido criados como novos produtos para a MARCA WSL, quem sabe, com vistas a uma possível abertura de capital?

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