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Boia 151

Ainda no século passado, as pessoas antigas quando eram jovens viajavam e trocavam sorrisos por refeições e diárias de pensão com beliches, sem ventilador.
Na fotografia acima, analógica quando não era moda, os brasileiros Ricardo Werneck e Júlio Adler encolhem a barriga e escondem o flagrante.

Jovens acima dos 50 anos tem a obrigação de honrar a rebeldia.
Uma eventual reunião de 3 crianças antigas implora pela pergunta,
Quantos anos você tem hoje?
Júlio Adler e João Valente (Bruno Bocayuva tava brincando em outro jardim dessa vez) chamaram Rick Werneck para jogar futebol de botão e botar (opa!) o papo em dia.
Brotam tantos adjetivos para classificar o Amigo, vamos apenas dizer que batia fotografias com EKTACHROME de dentro do mar e os ângulos eram desafiadores. Desenha, escreve, compõe e lidera – Ricardo não deixa muita coisa pra fazer depois.
Na falta dos botões e da mesa, assuntamos sobre o inconsciente coletivo do Rick, uma espécie de Forest Gump tropicalista, presente nos momentos históricos que o amigo já ouviu falar, mas nunca teve coragem de perguntar.
Foi o clamor popular que convidou o Camarada que mais camaradas tem espalhados pelo mundo e o botafoguense não negou fogo (epa!) nem causos que podem (ou não…)envolver transporte de substâncias proibidas, cadeia, tubarões-brancos famintos e desertos australianos.
Brotam tantos adjetivos para classificar o Amigo, vamos apenas dizer que batia fotografias com EKTACHROME de dentro do mar e os ângulos eram desafiadores. Desenha, escreve, compõe e lidera – Ricardo não deixa muita coisa pra depois.
Sapecamos um Keith Hudson (aquele mesmo que esquecemos no último Boia!) com Flesh of my Skin pra bola rolar e, no apito final, baixou Tom Zé com Augusta, Angélica e Consolação.

Boia 359 – Adeus ao Petrônio, La Libertad presa e mais. Boia

Petrônio Tavares era um surfista verdadeiro, no sentido mais literal da palavra verdade.O Camarada viveu do surfe e para o surfe.Daqueles que não arredam o pé da areia quando tem onda boa.Cada um de nós quando for ao mar atrás de diversão, de imersão, ou de solidão, vai levar Petrônio junto – como levamos Andy, Castejá, Pitzalis, Severson, Kealoha e tanta gente boa que partiu mas continua conosco.Esse episódio do Boia fala de campeonato, de prancha, de linha, do power e das escolhas que fazemos.Podia ser uma conversa na sombra, abrigado do sol na Cacimba, esperando um pouco mais de água na maré.Tivemos Bruno Santos e Calunga partilhando lembranças, Alexandre Iglesias tratando dos slabs e a trilha com Roger Glenn tocando Reachin', Bill Withers cantando Use Me e Mexican Institute of Sound com Meridian Brothers e Beck bagunçando tudo com Cumbia Beckiana.
  1. Boia 359 – Adeus ao Petrônio, La Libertad presa e mais.
  2. Boia 358 – Previa El Salvador, filmes de surfe perdidos e o colosso do saxofone
  3. Boia 357 – Italo quebra o encanto, Carissa amassa tudo!
  4. Boia 356 – Trator brasileiro devasta Raglan
  5. Boia 355 – O surfista dos surfistas, Strauch Jr.

Olhar do Rick Werneck

Segue o cara!

Assistam o documentário sobre o alter-ego do Rick, Biw.
GLand Burns!
Lopez e McCabe em GLand
https://youtu.be/fiHalmJuH2I
Desafio do Deserto!
Imagem Falada

8 respostas em “Boia 151”

Boia pra lá de rico com o Rick! Tinha o vídeo da redley q veio junto com a fluir…Altas ondas no deserto australiano…tinha uma música na sessão q o refrão era “Stay”…n seu se o nome também era esse…Altas ondas! Já procurei mas n achei na Internet. Se tiver o caminho pra assistí-lo novamente…Passa o pix, Júlio! ABCO Juulio e João! Faltou Brunão mas tá perdoado!

Taman Shud é o nome da banda, e Stay a música, no Spotify eu sei que tem, O Taman Shud também é uma das bandas na trilha sonora do Morning Of The Earth, com a música Sea The Swells, que eu particularmente coloco sempre quando entra swell!! Abs!

Excelente esse Boia 151. Rick com muitas histórias fascinantes……..e toda a vez que vejo o Rick ou alguma imagem dele me vem na mente Painted Moon – The Silencers.

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