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Boia 233

Quem é maluco suficiente para investir num podcast com apenas 13 ouvintes ?
Essa semana, Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente conversam com Maurício Fagundes, Surfista, sonhador, sujeito que olha o copo meio cheio, família, churrasco no fim de tarde, chope gelado, brisa de terral no rosto – e empresário, coitado.
O plano de negócio (Business plan!) da South to South era encher o tanque da Brasília e pagar os PFs (Prato feito) do final de semana no litoral paulista.
Lá se vão 36 anos de olhos vermelhos de água salgada, sol e suor.
Os solos de guitarra desse episodio são, Bob Dylan ao vivo com My Back Pages (participação do Roger McGuinn, Tom Petty, Neil Young, Eric Clapton & George Harrison!), True Sounds of Liberty com Flowers By The Door, Bloc Party com Like Eating Glass e, finalmente, NOFX, com Stickin In My Eye, Johnny Appleseed e Straight Edge.


O tambor faz muito barulho, mas é vazio por dentro.
Apparício Torelly, o Barão de Itararé

Rainha Kelia

Mauricio Fagundes

https://laguna.sc.gov.br/noticia-491943/

Zagallo

Beckenbauer

Adidas José +10

Neil Halstead do Slowdive

Smelly do NOFX

Trilhas

Bonus

3 respostas em “Boia 233”

Eu estava em G-land, setembro de 2012. Na conversa com o fotógrafo, na torre onde checávamos as ondas, ele me disse: “Todo diretor de uma marca de surf, antes de ser contratado, deveria passar por um teste surfando em ondas de 6 pés pelo menos”.
Ná época isso me parecia muito certo e óbvio!!
O tempo, passou. Estamos em janeiro de 2024 e a selvageria do capitalismo mostrou do que é capaz. O CEO está pegando onda, tem corpo torneado e bronzeado e ostenta surf no Instagram. E agora? O que mais vai acontecer?

Bóia podcast, a nossa bíblia semanal. Incrivelmente, o local pra manter a essência pode ser longe do mar.

Boas malta do Boia
Muito bom este Boia, fiquei amarradão na conversa com o Maurício. Me fez recordar que eu com 14/15 anos, nasci também em 1970, em Peniche não havia surfshop’s nem roupas de surf, só aquelas que comprávamos aos bifes que por cá passavam a caminho de Marrocos. Então, eu comprava camisas lisas (de várias cores) na feira mensal que há cá e depois copiava com papel químico os logos das marcas de surf que vinham nas revistas de surf (principalmente Fluir e Visual) e pintava à mão com tinta têxtil na camisa, e assim fazia as minhas camisas de surf, tinha das marcas todas, desde Billabong até à Quicksilver, passando pela Gotcha, Hang Ten, Instinct, etc… eheheheh…
Quanto aos CEO’s, bem, é o mundo em que infelizmente vivemos. Aí no comentário do Thiago diz que deveriam passar por um teste surfando em ondas de 6 pés pelo menos, e eu acrescento, deveriam também passar por uma entrevista sobre história e cultura do surf.
Com tanta gente hoje em dia a surfar, a ensinar a surfar e sei lá mais o quê a ver com os negócios do surf, acho que muito sinceramente, falta ensinar muito mais sobre surf e muito menos sobre como surfar…
Abraço a todos

Fala, José! Adorei a questão que colocaste, sobre precisarmos ensinar mais sobre surfe e menos sobre surfar. Encara essa questão como uma missão de vida, até por que, não sirvo pra ensinar a surfar. Surfo pra mim e ninguém mais. Axé! Aloha!

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