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Boia 140

Boia 369 – Formatos antigos para novos circuitos, bandas fantasmas e participação dos ouvintes! Boia

Os dois eventos Ao vivo que fizemos abriu uma janelinha do Boia com vista para essa turma diferente que nos escuta toda a semana.Somos seus amigos de bolso e uma espécie de grilos falantes que embalam seu sono.Acreditamos que não existe nada mais desimportante do que o surfe e somos reflexo dessa insignificância.Toda semana, 369 pra ser mais preciso, usamos qualquer assunto como desculpa pra ligar pro camarada e perguntar se está tudo bem.João Valente, Júlio Adler e Bruno Bocayuva vão parolando, empurrando com a barriga, tal qual a canção do Manu Chao.Insistindo e resistindo.Espalhando música como Um Sonho do Nação Zumbi, Memória dos curitibanos do Terraplana e The Last One (Live Version) dos enlouquecidos Les Rallizes Dénudés.Um país precisa de poetas, provocou Glauber no Terra em Transe, por isso lançamos um livro que junta todos poemas do Pedro Pepe Cezar.Fizemos para oferecer aos presentes dos Boia ao Vivo.Em breve em Sampa, nos aguardem.
  1. Boia 369 – Formatos antigos para novos circuitos, bandas fantasmas e participação dos ouvintes!
  2. Boia 368 – A hora e a vez do Seth! Erin Brooks desencanta.
  3. Boia 367 – 54 são os novos 30!
  4. Boia 366 – Aquecimento de Teahupoo e o Ao Vivo RJ
  5. Boia 365 – Mano Duda e a memória dos devaneios

Aproveitando o hiato das competições, Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler, banham esse episodio em nostalgia.
A prosa flutua entre as mágicas e transformadoras décadas de 1960 e 1970, com duas rápidas passagens pelo presente.
No obituário de Johnny Fain a viagem é para a mítica Malibu, seus personagens e universo próprio.
A venda de todo arquivo fotográfico do Dan Merkel, figura onipresente nas revistas e filmes obrigatórios duma era pré circuito mundial, rende uma saborosa discussão acerca do valor de registros históricos.
No meio desse caminho, ganha nossa reverência o guru das pranchas, Dick Brewer e suas contribuições para o caldo da expressão humana que chamamos cultura do surfe.
Para provar que o podcast foi realmente gravado em 2022, os Camaradas registram o fato do sítio Surfline estar na lista das mais inovadoras companhias de tecnologia em esportes eleita pela revista Fast Company e ainda usam o lançamento do novo filme do Batman para nova volta no tempo.
A agitação musical fica por conta da homenagem, meio atrasada é verdade, às mulheres, na sutileza divina da Joyce Moreno e a pérola atemporal “Feminina” e as poderosas Diana Ross e suas Supremes com “Love Child”.
Recordar – e boiar! – é viver.

https://www.fastcompany.com/90724478/most-innovative-companies-sports-2022

Foto do Dan Merkel retirada do Livro Bustin’Down The Door Link para compra na Amazon
https://youtube.com/watch?v=csx5c6cBndY

17 respostas em “Boia 140”

Salve Júlio, João e Bruno! Acabei de ouvir pela segunda vez hoje o episódio 140, e infelizmente desta vez não tenho nada a discordar hahahah! Meu único comentário é que a cereja do bolo, do boia, é ter essa visão sobre os fatos e o tempo, muito mais sentimental do que analítica e cartesiana.
Um abraço!
Obs.: agora que o blog tem os vídeos e as fotos comentadas, ninguém segura vocês!

Ah pera aí, Fernando. Não seja preguiçoso. Aposto que se esforçar um pouquinho, vai ter alguma coisa pra discordar. Senão, qual é a graça?

Que iniciativa boa! Nada como falar do surf dos anos sessenta e resgatar essa plataforma, tão pouco usual em tempos contemporâneos, como um site… nostalgia no conteúdo, nostalgia na forma… vou pegar a minha mochila da Company, enchê-la de fitas tdk de 90 minutos e fazer uma hora antes de abra a bilheteria do Mamão com Açúcar…

Fala Julio, Bruno e João!
Muito bom o video do Batman!! Hahahaha
Ótima iniciativa do site pra compartilhar o conteúdo do podcast!!
Abração

Acompanho parte do Bóia mesmo antes de o Bóia existir em sua plenitude. Infelizmente ainda não havia me deparado com o João Valente. Mas, seguia o Júlio desde o “Séries Fecham” e “Goiabada”, assim como seguia o Bruno (por vezes o confundia com o Marcos em outras mídias) no Wohoo. Hoje vim comemorar, voltei ao Catarse. Após passar pelo “quebra côco” dos cartões de créditos (perdão pelo trocadilho infame), voltei a conseguir contribuir para com a minha revista em áudio semanal favorita. No entanto, hoje me vejo, em diálogos, esquecendo o tour, e perguntando aos meus colegas sobre o Surfers Journal, Nat Young e Tito Rosenberg. Não quero ficar metido a besta (já fui o fanático da Fluir e Hardcore que conhecia de Peterson Rosa a Picuruta, sem sequer ter pisado em uma prancha, mas, por muitos anos, surfar na teoria era tudo que eu tinha). o João Valente sempre me legitimou, tirando o surf do pedestal e trazendo para o meu plano (soul surfer é o caralho, o surf pode ser muito foda, mas nunca estará acima de nada/ ninguém).

Taí o comentário que te faz ganhar o dia.
André, voce pode não ter subido numa prancha, um detalhe que ainda pode ser arrumado (duplo sentido!), mas teu envolvimento com a bagaça vai muito além das hordas bronzeadas que infestam nossas praias.
Abrazzo

Salve, salve Bóieiros! Obrigado pela partilha semanal e pelas marteladas de corrosão positiva! E o link para ver esse arquivo do Dan Merkel que está à venda?… Abrazzooosss!

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