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Boia 177

O Boia 177, oferecido pela https://surfliving.pt/ é uma refeição completa, daquela de encher a pança, digo, ideias, sentidos, a capacidade de desenhar cenários, situações e experiências a partir da prosa que viaja pelo tempo e espaço.
Júlio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva atacaram a lista final do CS e seus personagens mais brilhantes, inusitados e o desfile de John Florence na frente do Ali’i Beach Park. Revisitamos o marcante ano de 77, temporada da estreia do sistema homem a homem no Tour, temperadas com a participação do Daniel Friedman (que lá estava, competindo!), do título mundial de Shaun Tomson e o impacto do clássico cinemático, Free Ride.
A trilha sonora também celebra 77, com Iggy Pop e The Passenger abrindo e Suicide, Cheree, fechando.
De sobremesa, Tito Rosemberg revela mais uma memória especial, voltando para o Califórnia dos anos 70.
Boia é mesa farta. Aproveitem e voltem sempre.

https://www.instagram.com/p/ClrXTgEP00n/

Boia 362 – O Jegue e o Suéu Boia

Júlio ainda em Jefersão, na companhia do Foamball, debatem com João Valente sobre as expectativas australianas completamente equivocadas sobre o surfe do Bananão.A trilha vem com Um Índio do Caetano, God Bless The Child com Blood, Sweat & Tears e This Is Not A Song, Its An Outburst- Or, The Establishment Blues com Rodriguez.
  1. Boia 362 – O Jegue e o Suéu
  2. Boia 361 – Direto da Africa com o Unicórnio, Yago arrasta Saquá, Leo de amarelo
  3. Boia 360 – Viva Leo! Viva Italia! Carissa nosa rainha!
  4. Boia 359 – Adeus ao Petrônio, La Libertad presa e mais.
  5. Boia 358 – Previa El Salvador, filmes de surfe perdidos e o colosso do saxofone

Imagem falada

https://tracksmag.com.au/wp-content/uploads/2021/08/20191121121632_TracksHo.jpg

Almanaque

https://www.youtube.com/watch?v=zeK-b9akEyo

Trilha

3 respostas em “Boia 177”

Boas pessoal do Boia
Apenas uma pequena nota sobre o desinteresse de nomes sonantes no “novo” Pipemasters. Pode não ter nada a ver uma coisa com a outra, mas eu acho que tem muito a ver. Já não sei bem onde, mas li um comentário do Saca sobre a não classificação da Teresa Bonvalot, onde a determinada altura dizia que, ou a WSL altera o modelo competitivo ou descredibiliza por completo o surf de competição. Na minha opinião a WSL já descredibilizou por completo o surf de competição, tantas têm sido as asneiras, desde o corte a meio da temporada, até à final em Trestles, e agora a retirada de Pipe do circuito, entre outras. Este é um modelo bem americanizado, que assenta exclusivamente no lucro, e tem retirado da equação toda a outra parte, chamemos-lhe de histórica, de tradição, de ADN, o que seja… que mesmo o surf de competição precisa, eu acho. Talvez eu seja demasiado nostálgico, mas o circuito sem Pipe não é a mesma coisa… Abraço a todos.

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