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Boia 184

Boia 348 – O simples impossível do Marcello Serpa Boia

Gonzaguinha cantou – quando ele canta, ele também conta assim:"E é tão bonito quando a gente entendeQue a gente é tanta gente onde quer que a gente vá."Nesse episodio do Boia, Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler trocam ideias com Marcello Serpa, um dos diretores de arte mais premiados do Brasil.Não é por acaso que a expressão troca de ideia foi escolhida, afinal todo mundo aqui vive um pouco disso.Os temas derivaram entre cenas épicas do Robert Duvall, surfe solitário, hino do America, Charlize Theron, lápis mordido e o preço de morar no Havaí.A trilha foi de Yeasayer com 2080, Shawn Lee's Ping pong orchestra com uma versão Ride of the Valkyries do Wagner, Paulinho da Costa com Berimbau Variations e Gaudi com Bach @ Liszt (Bucket List)
  1. Boia 348 – O simples impossível do Marcello Serpa
  2. Boia 347 – Marcio Zouvi e a facada no escuro.
  3. Boia 346 – Fred parte 2, as aventuras.
  4. Boia 345 – David Raimundo e a precisão das incertezas.
  5. Boia 344 – Fred D'Orey na encruzilhada entre os 70 e 80

Eu me lembro, como a escuridão dobrou, me lembro, o raio atingiu a si mesmo, eu estava ouvindo, ouvindo a chuva, eu estava ouvindo, ouvir outra coisa, Marquee Moon, canção do disco seminal e homônimo do Television, escrita pelo agora finado Tom Verlaine.
Esse episodio começa com LKJ feat Santana, Greener e termina com essa aí de cima.
Júlio Adler, Bruno Bocayuva e João Valente param tudo que estão fazendo para tratar de assuntos duma desimportância urgente, ondas gigantes no Pacífico, atos de bravura bem documentados e textos implorando pela sua atenção.
Usamos a inteligência artificial do trio para analisar atributos tecnológicos que já nascem velhos e apelamos para a memória, imaginação, juízo, raciocínio, abstração e concepção do Tito Rosemberg no seu mergulho em 1964 e sua primeira prancha, enquanto num mesmo programa Demian Borba usa as mesmas qualidades para iluminar o caminho que nos trouxe até o Apple watch na WSL de 2023.
Desprezamos a velocidade em detrimento do conteúdo e vamos lentamente nos aproximando do mais completo e absoluto esquecimento.
E sem perder a ternura!

Almanaque

https://www.surfline.com/surf-news/casual-luke-beautiful-day/170632

Imagem falada

Keala no Eddie

https://www.surfline.com/surf-news/moments-might-last-full-send/170940

https://www.swellnet.com/news/swellnet-dispatch/2023/01/20/bill-sharp-and-the-100-foot-wave

4 respostas em “Boia 184”

Salve Júlio, João e Bruno ! Primeiramente eu gostaria de deixar registrado o imenso prazer que tenho ouvindo vocês e o mestre Tito Rosemberg (meu ídolo desde o Camel Trophy Bornéu).
Em segundo lugar gostaria de comentar o silêncio da WSL sobre o Eddie Aikau. Perceba que a concepção do esporte, num evento da WSL, é focado na disputa ENTRE os surfistas (inclusive no reality da google), com as notas em tempo real, com o formato de baterias eliminatória. Já no Eddie o foco é na disputa entre o HOMEM E A NATUREZA (em sintonia com a série da HBO), ninguém sabia das notas até o fim do campeonato, e todo mundo entrou no mar 3 vezes .
A WSL hoje está na mão do Dirk Ziff, um bilionário que tem como negócio comprar empresas que já tem um nome razoavelmente estabelecido, mudar sua administração, e abrir seu capital no mercado financeiro, para nesta venda obter seu lucro. Para isso ele trabalha principalmente o “branding” (desculpe Júlio mas não tem termo para isto em português), procurando principalmente valorizar a marca, muito mais que o produto. Por isto produtos que fujam dos padrões da marca são vistos como concorrência, neste sentido há lógica em comprar o circuito de ondas grandes, o XXL Awards e o circuito de Longboard e desidrata-los até a irrelevância, tendo como objetivo tornar a MARCA WSL para o Surf, o que é a MARCA GILLETTE para as lâminas de barbear. Assim um investidor que compra um pacote de ações e títulos no mercado financeiro onde está presente ações da WSL, se acha comprando parte do surf, o que numa ida a praia vendo um monte de pranchas, lhe dá a sensação de ter feito um investimento sólido.
Um abraço!
Obs.: minha compreensão do capitalismo vem do anarcopunk dos anos noventa (os straight edge eram mais profundos e sólidos nos seus argumentos, mas nunca tinha vinho kkkkkkkk)

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