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Boia 190

Boia 357 – Italo quebra o encanto, Carissa amassa tudo! Boia

Não lembro a ultima vez que um surfista dominou a etapa como Carissa fez em Raglan.E fez tudo com doçura, porque uma mamãe com a criança no colo não quer guerra com ninguém- só na bateria!Yagão fez de novo aquilo que ninguém mais faz em 2026, mágica pura, viradas extraordinárias na última onda.Não existe dúvida de quem é o melhor surfista do mundo atualmente.Italo Ferreira não tem nada com isso e decidiu que era hora de entrar no jogo, afinal são os 4 goofys brasileiros na ponta do ranking mundial e nenhuma pinta de que isso vai mudar nas próximas etapas.A trilha celebra os 100 anos do Miles Davis com Mystert, do album Doo-bop, Alphonse Mouzon com New York City e os O'Jays com a clássica, For The Love Of Money.
  1. Boia 357 – Italo quebra o encanto, Carissa amassa tudo!
  2. Boia 356 – Trator brasileiro devasta Raglan
  3. Boia 355 – O surfista dos surfistas, Strauch Jr.
  4. Boia 354 – Onde está você, Nuno Jonet? Finais da Goldie!
  5. Boia 353 – George, o rei da floresta

Batuque na península, WSL não quer, por causa do batuque, eu congelei meu pé.

Bruno Bocayuva e Júlio Adler fardam, mas não talham! (João Valente está de licença Penichense!)

No dia seguinte das vitórias formidáveis do João Chumbinho e Caitlin Simmers, usamos a lente de aumento para procurar os detalhes que todo mundo enxerga e ninguem vê – ajudados pelo Bruno Coutinho, tão arrebatado pelo surfe profissional quanto voce e eu.

As mulheres estão presentes no mês de março em cada episódio, nas músicas (Saga pelos Hurray for the Riff Raff e All I Can Do pelos Carpenters), no Almanaque (Girls Can’t Surf)e no Imagem Falada (Margo Oberg!).

Compra sua camisa do Boia – já temos duas levas, com desenhos diferentes! – confere no https://www.southtosouth.com.br/collections/camisetas-boia-podcast

Peniche

Imagem Falada

Almanaque

Trilhas

Karen Carpenter na bateria

8 respostas em “Boia 190”

Torço por um desfecho constrangedor do circuito WLS 2023, em prol de mudanças! Peguem a visão e mentalizem comigo essa cena:

Jack Entubador chegando para o finals em Trestles com uma boa gordura de mais de 20 mil pontos de vantagem para o segundo colocado, e com a torcida e mídia aussies babando ansiosos e histéricos para levar de volta o título pra Down Under…

But, Filipitchu, que quase não chega entre os cinco, só a frente do sexto colocado por uma bateria, estraga o OZZfest num dia horroroso de valinhas medíocres e sem graça.

Porra de nativa, WSL! Que formatozinho de merda, meus amigos…

Abraço a todos da bancada do Bóia!

Torço por um desfecho constrangedor do circuito WLS 2023, em prol de mudanças! Peguem a visão e mentalizem comigo essa cena:

Jack Entubador chegando para o finals em Trestles com uma boa gordura de mais de 20 mil pontos de vantagem para o segundo colocado, e com a torcida e mídia aussies babando ansiosos e histéricos para levar de volta o título pra Down Under…

But, Filipitchu, que quase não chega entre os cinco, só a frente do sexto colocado por uma bateria, estraga o OZZfest num dia horroroso de valinhas medíocres e sem graça.

Porra de nativa, WSL! Que formatozinho de merda, meus amigos…

Abraço a todos da bancada do Bóia!

Tio Kelly, já refletiram sobre a chance dele ser um escravo da WSL e a porra toda das marcas e negocios dele…. será que o kareka esta enforcado…mantendo aparencias e falsas vontades em nome do BUSSINNES..vale um MAKE a BREAK especial…

Lembro que em Recife lá em 2012, 2013…boia era uma gíria que a galera usava pra expressar quantidade “cerveja é boia” Bom conteúdo por aqui é boia! Parabéns ao time!

Parabéns por mais este belo episódio equipe Boia!!! O que me atraiu definitivamente ao Boia, foi um “Pra lá de Marraquexe” em que o saudoso Tito Rosemberg aponta a triste simpatia do surf (ou pelo menos da maioria de seus praticantes – mesmo no passado carioca e agora nacionalmente) ao lado direito da política (mesmo o extremo). Provavelmente por serem em sua maioria de classe média, mas não apenas, até porque essa simpatia/apoio ocorre também entre os mais pobres. O link usado por ele foi o recente, excelente e premiado filme brasileiro “Ainda estou aqui”. Achei essa fala quase que inédita (e muito necessária) nos debates sobre a cultura surfe. Neste episódio (190) ele fala sobre as kombis e também foi irado, como sempre. Observo também o carinho de vcs pela valorização e muitas vezes uma forma de retratação à misoginia e ao mérito feminino nas artes (ou em geral), o que muito me agrada também. Eu era um dos poucos que assitia as baterias do feminino quando fui na Barra em 1998 e 2013, muita gente saía da praia, mas eu curtia/valorizava. Vou procurar esse documentário “Girls Cant Surf”. Pra finalizar, tô até revendo as baterias desse CT em Peniche, mar grosso e difícil, com os brasileiros quebrando e Chumbinho sendo genuinamente feliz. Obg pelas referências e TMJ.

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