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Boia 156

A Terra arde e o circo chega na África do Sul. 

Surfar é um ato político. 

Primeiro Ballito, depois Jeffrey’s, mas antes de tudo; as atrocidades do Apartheid, Mandela e sua lição de vida, Country Feelings, Gunston 500, e algumas vivências dos boieiros por lá. 

Durante a prosa João, Júlio e Bruno reconfirmam a importância das experiências vividas na terra de Shaun Tomson para o que hoje conhecemos como surfe de competição. 

Nesse episódio, número 156, ainda coube edições super saborosas das suas rubricas preferidas, Imagem falada e Almanaque

A primeira com o processo criativo por trás duma capa histórica, pelo menos pros amantes do mar, da revista Time, e segunda com passagens da edição revolucionária  do Duke Classic, em Sunset. 

Os recheios músicas vieram no embalo de Macy Gray com Sill e Archie Shepp com a e inebriante Attica Blues.

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Ladeira abaixo ? Nem terminou ainda a etapa de Sunset e o Boia desce ziguezagueando com a gunzeira, desviando dos clichês e evitando os quebra-molas. Bruno Bocayuva, João Valente e Júlio Adler trazem nesse episodio, o Almanaque com a nova obra do inquieto e genial Loïc Wirth, Imagem falada com Gary do Kong e papo reto de Paumalu, JJF na quilha, Robbo na borda, KS no fundo e Italo na brutalidade. A sonzeira fica com Andy Bey e Celestial Blues, Comin' Thru e Chali 2na, terminando com Durand Jones & The Indications e Love Will Work It Out. Última paradinha, meu camarada, usa o código, boiapodcast30 e ganhe 30% de desconto na South To South no https://www.southtosouth.com.br/ — Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/boia/message
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Imagem falada

Capa da Revista Time no Imagem Falada
Making of da fotografia da capa
O fotógrafo e artista Hugh Kretschmer explica o processo de criação.

O artista que influenciou o artista

Robert Longo

Almanaque

Durban – Gunston 500 1984

J. Bay – Country Feeling 1984

Apartheid

Musicas

Sun city foi um single lançado em 1985 como protesto contra o regime do Apartheid. Organizado pelo  Steven Van Zandt integrante da banda E Street que acompanhava Bruce Springsteen – Júlio se enganou quando menciona Bob Geldof como idealizador.

6 respostas em “Boia 156”

Têm razão, o primeiro a boicotar Africa do Sul foi Tom Carrol. Peter Mansted era o seu manager na altura, aliás o Tom Carrol foi o seu primeiro atleta, depois teve outros, incluindo o Pottz. Devido ao boicote TC perdeu o patrocínio que tinha com a Instinct de Shaun Tomson (na altura o Shaun tentou dificultar muito a vida ao TC). Devido a este boicote o TC foi apoiado pelo primeiro-ministro australiano e em consegue o tal contrato milionário com a Quicksilver. No livro do Tom Carrol “A Onda Interior” de 1998 ele conta esta história. Abraço pra vocês.

O Boia faz muita falta, uma semana e já estava me perguntando, cadê esses camaradas.

Gostei muito da reflexão do João sobre o percorrer a linha da onda sem pensar no desempenho (em respeito ao Júlio, não usarei o “performar”) mas sim no percorrer da onda. Eu que comecei a surfar depois de velho, demorei a querer fazer manobras porque o meu prazer em simplesmente correr a parede era tão grande que eu tinha receio de estragar esses momentos tentando manobrar, já que até aprender a manobrar eu teria perdido diversas ondas. Acho que encontrei um meio termo, até porque nessas ondas aqui do nordeste, quase sempre, sem um pouco de técnica fica difícil andar na onda.

Por fim, com relação ao debate surgido ao falar do Kolohe, preciso ressaltar que manterei minha mente acreditando que meus surfistas favoritos são fissurados em onda, em surfe. Seria muito frustrante descobrir que os caras não têm mais esse fascínio.

Salve Júio, Bruno e João! O relato do Júlio sobre Israel me trouxe altas lembranças! Em julho de 2004 fui fazer um curso de sindicalismo na Histradut, por ser o único diretor de sindicato com menos de 35 anos dentre as entidades filiadas na central CGT (faz tempo que o sindicalismo envelheceu) e, dentro desta aventura (lembrar que foi o ano da morte do Arafat, e a 2ª intifada estava a mil), surfei em Haifa. Foram boas ondas, um metrão, meio ventoso, mas forte! Também neste tempo mudei muito da minha visão do conflito, o que me levou a uma desgraça nos meios tradicionais de esquerda, mas o que eu conheci da política palestina foi decepcionante.
Sobre o Kelly, a prancha da repescagem ele comprou numa loja ali no pedaço, e ele melhorou kkkk! O Deivid Silva, quando começou a usar as pranchas da marca do Kelly, caiu fora do circuito, mas gostando delas (falei com ele na Prainha Branca e ele estava entusiasmado). Sobre a Tati, eu acho que a despeito da semi, que realmente foi anticlímax, ela foi a melhor surfista do campeonato, na minha opinião de surfista de Santos, que viajou pouco e que acha que estilo era o Picuruta, o Tinguinha, o Dadá e o Quizumba, e dos gringos o Christian Fletcher (agora o João vai me achar um abobado), ou seja, pra mim estilo é porrada. achei ela em J-bay sensacional, ela cavava na base e batia no olho, sem se preocupar com mais nada, e isso é o que mais valorizo no surf (porém acho que ela parou de progredir quando mudou seu técnico, o Breda fez muito mais pelo surf dela do que o Ross faz hoje). Um abraço! Boas ondas! Haifa é legal, vai lá Júlio!
Obs.: Poxa vida, Einstein demonstrou que energia e matéria são a mesma coisa mediada por velocidade, a física quântica aponta para flutuações de densidade no vácuo que interferem na propagação da energia, e a consciência da qual o ego é intrínseco, é que faz com que formas basicamente de carbono, hidrogênio e oxigênio formados em explosões estelares, reflitam sobre esta condição, dito isso, vamos manobrar em J-bay, se é pra ir reto é melhor impossibles kkkkk!

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