Boia 341 – JJF voa, JBay fora, Raglan dentro, trio calafrio no 220! – Boia
Aos poucos a temporada de 2026 vai se apresentando, cheia de expectativas e imperfeições.O Boia olha pra tudo (ou quase tudo) com a lente de aumento de quem ainda guarda entusiasmo e curiosidade por esse troço estranho que parece esporte, se confunde com terapia e acaba embalado para presente nas melhores lojas do ramo.Aproveita essa semana para usar o cupom que o Maxime (Maxime.com.br) oferece exclusivamente para quem acompanha o podcast – usa o BOIA25 e ganha 25% de desconto!A trilha traz Janaína com o nosso amigo Otto, YUHDONTSTOP com os De La Soul e Steppin’ Razor com Peter Tosh acompanhado pelo Sly & Robbie.
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5 respostas em “Boia 157”
Julio, muito boa sua analogia entre Andy Irons e Jack Robinson.
Sobre o Etan Ewin eu iria mais além: o surf do cara é sim lindo, mas para ser comparado com o Andy, ele ainda precisa comer muito feijão nos tubos de consequência. E também precisa aprender a dar aéreos, em 2002 o repertório de aéreos do Andy era incrivelmente superior ao do Etan em 2022.
Chega a ser impensável que um candidato ao título de 2022 não tenha se quer dado 1 aéreo no ano.
Não que eu seja um fã descontrolado por aéreos, mas acho no nível desses caras a manobra é mais básica do que a “exigência” para o brasileiro falar em inglês nas entrevistas.
Faz todo sentido
Muito bem observado! Assino por baixo!
Relativamente ao Slater, escrevi em Abril de 2019: “Respeito-o por todos os títulos que conquistou e pelo competidor que foi, mas neste momento KS representa na minha opinião tudo aquilo que de pior o surf e a WSL têm para dar. Irá sair pela porta pequena em termos competitivos, é pena, não tinha necessidade, mas pior, irá para sempre ficar ligado ao corporativismo e compadrio que a WSL implementou no tour… vendeu a alma… e isso é triste, principalmente para um grande campeão…”. João, dando a minha opinião sobre a tua pergunta, acho que ele vendeu a alma ao diabo exterior para poder lidar com os seus demónios interiores, e sim Júlio, concordo que estamos a assistir a uma decadência melancólica daquele que já foi o melhor e isso é triste, parece que a cada campeonato que passa no WT toma decisões mais ridículas. Em suma, não soube sair por cima.
Zé,
não acho que ele vendeu a alma, na verdade creio que ele é responsável pelo modelo da WSL, queira ou não queira.
Pode ser que tenha passado do ponto que o Careca imaginou, mas o plano inicial era dele.