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Boia 157

Boia 347 – Marcio Zouvi e a facada no escuro. Boia

Um dos principais Shapers e designers do mundo, Marcio Zouvi é incisivo como as suas pranchas – cortante e mordaz.O Boia adora conversar sobre pranchas e mais uma vez aproveitamos um STAB in the dark para trazer esse assunto que tanto nos encanta.Julio Adler, João Valente e Bruno Bocayuva não se furtam de perguntar e Zouvi faz questão de ser didático e direto nas respostas.Tem analise do CS de Newcastle, Imagem Falada (Viva Maxime!), coluna do Alexandre Iglesias imperdível e as músicas escolhidas com o cuidado de quem escolhe a prancha certa.Men At Work com It's a Mistake. Nada Surf com Popular, Peaches com os Stranglers e Section 43 com Country Joe & The Fish.
  1. Boia 347 – Marcio Zouvi e a facada no escuro.
  2. Boia 346 – Fred parte 2, as aventuras.
  3. Boia 345 – David Raimundo e a precisão das incertezas.
  4. Boia 344 – Fred D'Orey na encruzilhada entre os 70 e 80
  5. Boia 343 – Clube de surfe é o maior barato!

Trilha

Almanaque

5 respostas em “Boia 157”

Julio, muito boa sua analogia entre Andy Irons e Jack Robinson.
Sobre o Etan Ewin eu iria mais além: o surf do cara é sim lindo, mas para ser comparado com o Andy, ele ainda precisa comer muito feijão nos tubos de consequência. E também precisa aprender a dar aéreos, em 2002 o repertório de aéreos do Andy era incrivelmente superior ao do Etan em 2022.
Chega a ser impensável que um candidato ao título de 2022 não tenha se quer dado 1 aéreo no ano.
Não que eu seja um fã descontrolado por aéreos, mas acho no nível desses caras a manobra é mais básica do que a “exigência” para o brasileiro falar em inglês nas entrevistas.

Relativamente ao Slater, escrevi em Abril de 2019: “Respeito-o por todos os títulos que conquistou e pelo competidor que foi, mas neste momento KS representa na minha opinião tudo aquilo que de pior o surf e a WSL têm para dar. Irá sair pela porta pequena em termos competitivos, é pena, não tinha necessidade, mas pior, irá para sempre ficar ligado ao corporativismo e compadrio que a WSL implementou no tour… vendeu a alma… e isso é triste, principalmente para um grande campeão…”. João, dando a minha opinião sobre a tua pergunta, acho que ele vendeu a alma ao diabo exterior para poder lidar com os seus demónios interiores, e sim Júlio, concordo que estamos a assistir a uma decadência melancólica daquele que já foi o melhor e isso é triste, parece que a cada campeonato que passa no WT toma decisões mais ridículas. Em suma, não soube sair por cima.

Zé,
não acho que ele vendeu a alma, na verdade creio que ele é responsável pelo modelo da WSL, queira ou não queira.
Pode ser que tenha passado do ponto que o Careca imaginou, mas o plano inicial era dele.

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